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Saiba como NÃO PERDER a “contribuição” do INSS e APROVEITÁ-LA FORA DO BRASIL! Fugindo da PIRÂMIDE!

Investimentos Internacionais

Saiba como NÃO PERDER a “contribuição” do INSS e APROVEITÁ-LA FORA DO BRASIL! Fugindo da PIRÂMIDE!

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0:00 Abertura
0:29 Intro
1:07 Problemas da previdência pública
3:42 Contribuição obrigatória
4:07 O único motivo para continuar contribuindo
5:21 Como fica a situação de quem SAIU DO BRASIL?
6:13 O sistema de contribuição como segurado facultativo
7:46 Requisitos do regime do segurado facultativo
10:29 Planos e alíquotas do segurado facultativo
12:40 O Benefício fracionado do segurado facultativo
13:50 Certificado de deslocamento temporário
15:25 O aposentado no Brasil que vive no exterior
17:12 Conclusão

Morar no exterior e continuar contribuindo para o INSS??? SIM, é possível!

Problemas do Sistema de Previdência do Brasil
– pirâmide – base demográfica
– desvalorização do real
– 0é obrigatório pra a maior parte dos brasileiros. Se fosse bom não precisava ser obrigatório, se é ruim não merece.
– preferencia temporal. A gente não pode julgar os outros de acorod com o que a gente acredita que é melhor pra gente
– obrigasse a ter previdência, não necessariamente o INSS
Mas pq alguém continuaria contribuindo? (“ta no inferno, abraça o capeta”)
– já contribuiu por muitos anos
– possibilidade de cumular duas aposentadorias em alguns casos
– não pode ser filiado a nenhum regime previdenciário de país com o qual o Brasil tenha acordo

A Contribuição como “segurado facultativo”
Requisitos
– maior de 16 anos
– não exercer atividade de segurado obrigatório
– trabalhar em organismos oficiais do qual o Brasil é membro
– não pode ser filiado a nenhum regime previdenciário de país com o qual o Brasil tenha acordo
Planos e alíquotas
Regime Fracionado
Certidão de deslocamento temporário

Caso do aposentado no Brasil que reside no exterior
– retenção de 25% de imposto de renda retido na fonte
– retenção pode ser indevida, pq tem faixa de benefícios que o imposto de renda é mais baixo do que 25%, deveria ser igual mesmo morando fora
– retenção pode ser indevida por causa dos acordos que preveem a exportação do benefício sem cobrança
– Pode pedir a revisão na justiça, e cobrar de volta os valores do tributo retido na fonte de forma indevida. Nem precisa vir ao Br

Se você pensa em sair do Brasil, mas ainda pretende voltar algum dia, ou tem filhos ou outros parentes que dependem de você, esse vídeo de hoje pode te ajudar bastante.
Você sabia que é possível ser não residente do Brasil – com declaração de saída entregue na Receita e tudo – e mesmo assim continuar contribuindo para o INSS? Isso mesmo, é possível pra quem vive e trabalha no exterior continuar contribuindo para o INSS aqui no Brasil e inclusive contar esse tempo de contribuição para, por exemplo, uma futura aposentadoria, o que é uma boa ferramenta de planejamento previdenciário.
Também é possível continuar contribuindo pra que, em caso de morte, seus filhos ou outros dependentes recebam pensão – e isso mesmo que eles também residam no exterior.

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